“Liberdade”

Terminei de ler o livro de Jonathan Franzen – Liberdade – em plena madrugada chuvosa e gelada, sete dias depois de começar a ler o mais novo best seller do momento. 605 páginas com praticamente todas as dicas e ferramentas aprendidas durante quatro meses de escrita criativa.
O livro é denso e ao mesmo tempo abrangente. Cansativo muitas vezes, estimulante outras tantas. Minha maior chateação certamente foi a falta de um grande clímax – no início, meio ou fim, tanto faz. Senti que o clímax difuso e fragmentado definitivamente não combina comigo. Me desanima e frustra.
Prefiro a intensidade à serenidade. Literária. E outras tantas. Não todas.
Para quem tem fôlego recomendo a leitura.

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