Compras de scrap na Austrália

Segunda viagem para a Austrália. Tanto da primeira vez, como agora, comprei algum material de scrap por lá. Mas, nada de exageros, pois é nos USA que os preços são melhores, e também porque, às vésperas do Scrap Extravagance – onde sei que vou ganhar muito material – preferi comprar apenas alguns itens em promoção. Além do que, não chegamos a ir a nenhuma loja especializada, e sim, numa loja de departamentos, tipo “Bunny’s” para materiais artísticos e de artesanato. Do que não abro mão são das revistas que reproduzem o estilo australiano de fazer scrap que está em total sintonia comigo.

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Um dos ítens indispensáveis em qualquer atelier de scrap é uma boa guilhotina. Recém tirei a minha da caixa e não experimentei, mas a marca – Fiskers – é uma das melhores em se tratando de material de scrap. As que tenho em casa são o modelo mais simples da Toke e Crie, e ando destruindo muito rapidamente tanto a lâmina como a borracha por onde desliza a lâmina que corta o papel. Espero que a nova seja mais resistente.

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Encontrei também, algum material de reposição (tipo lâminas de corte da Fiskars), limpador de carimbos da Stáz On com esponjas próprias Sponge Daubers da Tsukinek ( quem sabe agora meus carimbos fiquem limpos), um afiador de tesouras e estiletes Scissors Sharpener (Fiskars) e novos estiletes: uma Precision Knife de dedo (Fiskars) e um Craft Knife da Kaiser Craft. Com estas aquisições, espero dividir meu material e deixar tanto meu atelier do RS como o de SP, bem abastecidos e servidos.

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Também encontrei esta preciosidade: uma furadeira manual (Fiskars) com quatro brocas. Não sei muito bem aonde vou usar, mas imagino que não possa faltar uma num atelier que se preze. E certamente, vou encontrar alguma utilidade para ela e me questionar como consegui ser arteira sem ter uma destas antes. rsrsrsrs
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Estilo é algo que não pode faltar, nem mesmo no meu atelier xumbrega. Amei esta caneca transada e pintada artesanalmente por um artista local, que comprei no Santuário dos Elefantes, em Hazeview, na África do Sul. Imaginei-a acolhendo minhas canetas Copic. Já a vassourinha veio da Tailândia, e foi comprada na praia de Phuket (lá, ela é usada pra varrer a areia das espreguiçadeiras, cangas e pernas dos turistas. É macia e cheira à cana de açúcar e chá). Será dela a função de varrer o palco de criação – a mesa – normalmente atulhada de restos de papeis e recortes.

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Excetuando o passaporte comprado no Kruger Park, na África do Sul, o resto são folders, mapas e cartões da viagem. É através deles que as histórias e lembranças criarão forma e arte e reproduzirão o que foi nossa aventura de 22 dias pelo Kruger Park/África do Sul, Tailândia e West Austrália.

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