Inclusão Conjugal

Conflito gera crescimento! Essa máxima pode ser aplicada a todas as situações em que o ser humano está implicado: do individual ao social, do social ao conjugal. Crises conjugais coincidem com as crises individuais. E vice-versa. É quando casamento e indivíduo batem de frente. Surge o momento de avaliar a relação e a si próprio. Muitos aproveitam e dão uma guinada na vida pessoal e/ou conjugal. Outros mantém a estabilidade conquistada, permanecendo como estão e onde estão. Mas todos redimensionam a própria vida, o relacionamento e se forem sábios, as expectativas. Casais constroem histórias sem regras que definem como devem proceder para terem uma vida digna e satisfatória, porque não existem manuais que se ajustem à pluralidade e singularidade humanas. Alguns sonham em viver contos de fadas e se decepcionam. Particularmente prefiro as histórias reais. Elas são possíveis. Testadas e aprovadas. Concordo que existem casamentos duradouros mantidos pela aparência, por interesses, por medo. Mas, existem também casamentos por amor, carinho, respeito. Imagem rara, extremamente invejada e almejada, são os casais que envelheceram e permaneceram juntos, sobrevivendo a toda sorte de situações com que foram presenteados. Vê-los de mãos dadas, passeando, fazendo compras, indo ao cinema, jogando cartas, viajando, indo ao médico … nos mostra a possibilidade de uma vida longa, a dois. Estão juntos, não pela beleza física, pelo sexo, pelos filhos, pela carreira, nem pelo dinheiro. Estão juntos porque aprenderam a viver a vida juntos, incluindo-se mutuamente com cuidado, carinho, respeito, confiança e companheirismo. Construíram o amor porque acreditaram nele. Muitos dirão que hoje as coisas são diferentes, que são raros os casamentos felizes e duradouros, que não podemos mais confiar no outro como acontecia antes, tipo Antigamente era assim … O risco do divórcio é real e nos rodeia. Vivi pessoalmente divórcios em família, acompanhei muitos casais se separando. Acredito que muitos divórcios são bênçãos, outros tantos são equivocados. Para a grande maioria, o casamento passou a ser um investimento de risco. Ou apenas uma tentativa – e como tentativa, já nasce abortado.  Como investimento de verdade – de risco ou não – quanto maior o investimento, a crença e confiança, maior o retorno. Invisto 100% e nunca me arrependi. No final, tudo o que queremos é alguém para amar e estar junto. O resto é apenas isso, resto.

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