Indicações Literárias

Tenho lido de tudo um pouco e bem variado. Mas, ainda não me rendi nem `a Virginia Woolf, nem a Proust. Densos, tensos e difícei neste momento estressante da minha vida. Tudo o que espero da literatura é mar de almirante, sol de brigadeiro, uma rede de pescador e o tempo a perder de vista compromissos e obrigações. Quero apenas me transportar nas vidas dos personagens e me afogar nas palavras de outros autores. No máximo, desfolhar as páginas de um livro, como quem desfolha as pétalas de uma margarida naquela inocente brincadeira de Bem me quer, Mal me quer.

E assim, me rendi e devorei “As Brumas de Avalon” de Marion Zimmer Bradley e a Trilogia dos “ Jogos Vorazes” de Suzane Collins. Recomendadíssimos!!!

Me apaixonei pela escritora britânica Jojo Moyes, com “A garota que você deixou para trás”, “Um mais Um” e “A ‘ultima carta de amor”. Ótimos!!!!!

Me surpreendi com a coragem e determinação de Cheryl Strayed em “Livre”; o relato corajoso de uma andarilha pelos cumes das montanhas da costa oeste americana, e me arrepio até agora, com as seis unhas perdidas nesta caminhada.

Dos textos leves, de beira de piscina e balanço de redes, figuram os envolventes “A amante de Freud” de Karen Mack e Jennifer Kaufman e “A filha do louco” de Megan Shepherd. Já a “Conversa sobre o tempo” de Luis Fernando Verissimo & Zuenir Ventura, decepcionou.

Já Hermann Hesse, premiado escritor alemão, lapida palavras e enredos com a delicadeza de um artesão de joias, em “A infância do mago” e “Sidarta”, confirmando porque foi Nobel em Literatura. Os textos curtos repercutem com pungência e força. “O lobo da estepe”, do mesmo autor, me aguarda.

Um dos livros que li, e só não rasurei todo – por não ser meu – foi “Personagens ou Pacientes? Clássicos da literatura mundial para refletir sobre a natureza humana” de Taki Atanásio Cordas & Daniel Martins de Barros, da Artmed. Para quem é da área “psy” e adora literatura, personagens e escritores são dissecados pelo olhar da psiquiatria. Deste livro surgiu uma lista enorme de títulos que devo ler:

  1. “A escuridão e o mel” de Gionanni Arpino;
  2. “Os devoradores de giz” de Oscar Aibar;
  3. “O estrangeiro” de Albert Camus;
  4. “Porcarias” de Marie Darrilusseco;
  5. “Casa Tomada” de Julio Cortazar;
  6. “Os sofrimentos do jovem Werther” de Goethe;
  7. “Nunca lhe prometi um jardim de rosas” de Hannah Green
  8. “O estranho caso do cachorro morto” de Mark Haddon
  9. “Spider” de Patrick Mcgrath;
  10. “Uma questão pessoal” de Kenzaburro Oe;
  11. “Um, nenhum, cem mil” de Luig Pirandelo;
  12. “A chave” de Junichiro Tanizaki;
  13. “O inquilino” de Roland Topor;
  14. “O Professor e o Louco” de Simon Winchester;
  15. “Mrs. Dalloway” de Virginia Woolf;
  16. “Enfermaria n. 6” de Anton Tchekhov.

Estes foram os títulos que me mobilizaram (e que não tenho) dos 43 citados no livro. Agora é pesquisar e ir atrás. Livrarias, bibliotecas, encomendas, sebos …

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