Ser mãe: como lidar com culpas e conflitos

Minha primeira aula online!

https://events.genndi.com/replay/169105139238454117/38445fec27/0/

Eu + 156 pessoas participaram da aula de 60 minutos da Psicóloga Anna Patrícia: “Ser mãe: como lidar com culpas e conflitos”.

Nunca havia participado desta modalidade de aula, nem conhecia a professora. Quem me indicou foi uma colega do grupo Trocas Psi. Com um olho na aula (computador) outro no caderno (página em branco WORD) tentei fazer o que sempre faço quando estou em aula: prestar atenção e anotar o máximo possível. Óbvio que perdi o bonde tanto nas explicações, quanto nas anotações.

Mesmo assim, valeu a experiência. Algumas anotações:

  • Ser mãe é maravilhoso, difícil e ameaçador.
  • Se a maternidade está difícil e você está exausta, demandada e sobrecarregada, não adianta criticar seu marido ou seu casamento. Você apenas irá dobrar seus problemas.
  • Cada filho inaugura dentro de nós um ser/estar diferente. Assim, cada filho que nasce tem uma mãe diferente. O mesmo acontece com o relacionamento conjugal e com nosso trabalho. O tempo e as circunstâncias operam mudanças significativas em nosso modo de ser/estar/existir.
  • O caminho para superar as dores da maternidade, está em nosso relacionamento com nossas mães e nas mulheres de família com quem nos relacionamos. A forma como fui e sou filha, como lido com minha mãe é como lido com a minha maternidade.
  • O processo de cura para as culpas e conflitos maternos passa pela reconciliação com os pais e com os próprios filhos.
  • Não existe mãe perfeita, a vida não pára para que possamos ser perfeitas. Lidamos – assim como nossas mães lidaram – com todo tipo de problemas. Mesmo assim, todas temos de conciliar e fazer o melhor que pudermos como mães, independente do que estiver acontecendo.
  • Podemos ser mães de nossas próprias mães? Não. Como filhas, precisamos de colo. Esta hierarquia social deve ser preservada sempre. Seremos sempre filhos/as de nossa mãe, não importa a idade e a condição em que ela está. Só poderemos ajudá-la se permanecermos no papel de filhos. Podemos e Devemos ser mães dos nossos próprios filhos.
  • Cada nova família deve criar suas regras; um manual para criar e educar os próprios filhos (mulher Lego Redondo X Homem Lego Quadrado = Regras Familiares).

Além de nos reconciliar com as figuras femininas de nossa família/história, outros itens devem ser observados quando pensamos em viver harmoniosamente nossa feminilidade e maternidade:

  • A construção da identidade feminina (a mãe que nos tornamos a partir do nosso relacionamento com as mulheres, a filha que somos)
  • Amor e dor na relação com a mãe e todas as mulheres da família;
  • Escolhas e renúncias , Luz e sombra ao ser mãe;
  • A mãe, amamentação e alimento (transtornos alimentares relacionados com o relacionamento com a própria mãe;
  • Mães e filhos, vínculos e continuidade ( a mãe de todas as relações);
  • Gestação, parto e pós-parto: portais de transformação.
  • Conflito entre Maternidade e Vida Profissional (carreira)

Ou seja, tudo muda. Mesmo assim, tudo continua muito igual. Segue o baile.

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