Making Off – Diálogos do Inconsciente

Contagem regressiva!

21731412_1707496069262087_1140253206231667512_oPra quem pensa que vida de artista é fácil!!!!

Haja trabalho e dedicação. Se além de criar, resolver estudar e entender teoricamente a criação, prepare-se e se surpreenda.

Por enquanto, apenas imagens e primeiras impressões.

http://www.bancadasulista.com/noticia/2845-mostra-dialogos-do-inconsciente-traz-expressionism/

https://ndonline.com.br/florianopolis/plural/artista-suzete-herrmann-abre-exposicao-dialogos-do-inconsciente-em-florianopolis

http://www.deolhonailha.com.br/florianopolis/noticias/mostra-gratuita-traz-expressionismo-abstrato-a-espaco-cultural.html

Café meu de cada dia? Um chazinho, por favor!!!!

Quem me conhece sabe da minha paixão por café. Também deve saber o quanto invento e faço de tudo o tempo todo. Poderiam pensar que sou hiperativa. Um tipo, mais ou menos, assim. Minha agitação essencial tem a ver com ideias e emoções. São elas que organizam minha vida. Meus dias e minhas noites. Se somar café + agitação mental, o resultado – inevitavelmente – vai dar numa estonteante insônia. Ok. À princípio, aproveito as horas sem sono e adianto afazeres e ideias. Gosto disso. A noite seduz e produz. Tudo vai bem até as primeiras crises labirínticas acionarem o alarme. São elas que sinalizam os excessos e exageros. Meu corpo reclama suas horas de sono. É hora de cortar o café. De 7 a 10 dias o que me move são os chás amarelos. Estou no dia 1: chá de capim cidró (cidreira). Então, nos próximos dias, ao invés de contar carneirinhos, ler, escrever e arrumar gavetas em plena madrugada, vou ronronar feito gata e dormir feito bicho-preguiça, noites e dias sem fim. Minhas ideias vão hibernar, minhas leituras, encalhar. Meus escritos vão se perder nas estrelas. E minhas gavetas? Ficarão fechadinhas.

cafe + segunda

 

 

Inferno astral existe?

Ontem foi um daqueles dias em que tudo que eu queria era descansar o corpo e a cabeça. Entre um cochilo e outro pesquisei vários assuntos: Plantão Psicológico, Atendimento Psicológico Online, Palestras/Aulas Online. Por algum motivo – entre um assunto sério e outro – fui levada à 3 aulas gratuitas de Astrologia. Assunto sério!? Pura curiosidade. Me inscrevi. Passei e.mail. E olha, o que chegou hoje!!!! Um mês antes do meu aniversário.

Inferno astral existe?

O que é o inferno astral? Em geral, as pessoas dizem que o inferno astral corresponde ao mês que antecede o nosso aniversário, no qual aconteceriam muitas coisas difíceis e desagradáveis. Será que é isso mesmo?

Divido uma curiosidade com vocês: faço aniversário no mês de março. Na época em que eu estudava, as férias eram sempre em fevereiro, então, o meu suposto inferno astral era um “céu astral”. Eu saía da escola, ia à praia e curtia todas. Sempre achei o máximo o mês anterior ao meu aniversário e só mais tarde fui saber, quando eu estudava astrologia, que as pessoas falavam nesse tal de inferno astral.

Vamos pensar no seguinte: o ciclo anual corresponde a 12 meses. O nosso ano astrológico começa no nosso aniversário, no dia em que completamos mais um ano de vida. O mês anterior seria uma espécie de balanço que deve ser feito acerca do ano que passou. Uma época de pisarmos mais leve, de ficarmos um pouquinho mais quietinhos, refletirmos sobre o que se viveu e pensar no que se quer pra essa próxima etapa de vida. Neste ponto é que uma espécie de revolução interna começa e queremos resolver e mudar tudo pra ontem. Então, não é exatamente um inferno astral, a gente é que vai com tudo e não para pra refletir.

Fazendo um paralelo, sabemos que é muito comum o mês de dezembro ser trabalhoso: o mês em que fechamos as contas, fazemos a análise do ano, vimos o que deu certo, o que deu errado, e, a partir disso, planejamos e traçamos as metas do ano seguinte.

Dificuldade não é exatamente um inferno. Pode não! Regularmente, mesmo longe do nosso aniversário, atravessamos momentos que astrologicamente são anunciados como tempos difíceis e fazem parte da vida. Nada melhor do que entendermos como tudo isso funciona e nos prepararmos da melhor forma possível para tempestade que vem pela frente, com força, determinação, coragem e olhos atentos aos aprendizados.

Que também possamos viver plenamente esse momento.

Um beijo,
Claudia

Pra quem ficou interessado basta procurar pelo canal da astróloga Claudia Lisboa no Youtube. De repente a gente se encontra na sala de aula online!!!! Enquanto isso, vou ficar atenta ao meu “inferno astral”.

Sempre é tempo de aprender

Dias atrás, me emocionei ao ver uma foto de 1975, postada no Facebook, de um curso de fotografia feito na CACT de Estrela/RS. Na época, flertava com o jornalismo. Acabei cursando Psicologia, mas muito do que aprendi naquele curso, uso até hoje. O olhar artístico, as diferentes perspectivas, o enquadre … detalhes que fazem diferença no modo de ver e retratar o mundo.

IMG-5027Hoje sei que é a necessidade quem dita o que aprender e o que fazer. Me especializei o quanto pude como profissional, mãe, esposa, amiga, dona de casa … e  continuo sempre, buscando novos saberes e entendimentos. Da mais saborosa bananada ao raku mais perfeito. O que é raku? Vou aprender, depois falo.

Em 2006, ao dar um tempo na carreira profissional e me dedicar ao casamento, decidi fazer tudo que nunca tive nem tempo, nem recursos financeiros. Além de preencher e dar sentido ao meu momento de vida, atendia uma meta traçada ao desembarcar em São Paulo: encher a bagagem de  todo conhecimento possível.

Os últimos anos me mostraram o quanto aprender faz bem para a saúde e para o cérebro. Depressão e Alzheimer recuam frente às novidades. Costumo dizer que o  cérebro é meu músculo mais sarado. Aprender faz parte desta malhação. Tem assuntos que mergulho fundo. Outros, me contento com o básico. Tem assunto que engaveto, pois sei que não vou levar adiante. O básico me fartou. Sou da opinião que devemos experimentar pra saber se vamos gostar. Foi assim com o Patchwork e a Psicopedagogia. Prazer, fomos apresentados!!!! Apenas isso. Não rolou nenhum tipo de atração, que dirá, paixão. Quando quero, compro as peças de patchwork. Quanto à Psicopedagogia, tenho alguns bons nomes na minha lista de contatos.

Assim, depois de finalizar a especialização em Arteterapia, surgiu a vontade de conhecer o universo da cerâmica e do desenho. Na cerâmica ando me desdobrando, e só não fui ao limite e aos extremos, pois não encontrei grande parte das ferramentas necessárias e tenho consciência do quanto falta para que eu possa me aventurar sozinha em algumas modelagens e peças, sem o risco  de perder todo o trabalho e material. Fazer cerâmica é muito mais difícil e complicado do que parece. Nesta semana iniciei meus primeiros trabalhos (inacabados) com placa cerâmica e carimbo: são porta-colheres e porta-incensos. Por enquanto. Aliás, a lista de trabalhos inacabados está aumentando consideravelmente. Depois de queimar as peças, vai chegar a hora de esmaltar e dar acabamento final. Assunto para outro post.

 

Já o interesse por desenhos vem do tempo de menina. Conversando com uma profissional da literatura (que diagramou e preparou o livro Os Segredos de Serena) ela sugeriu que contratássemos um ilustrador para meu novo livro. A ideia é editar um livro de arte e poesia, com fotos, gravuras, texturas, enfim … Com o orçamento em mãos, a certeza de que a hora de aprender a desenhar havia chegado. Comprei um curso básico (eudesenho.com) de desenho para iniciantes na internet. Meu primeiro curso online. Catei lápis, borracha, apontador e folhas de papel sulfite usadas. Tudo absolutamente amador. Todos os dias, reservo um tempinho pra rabiscar desenhos, assistir tutoriais no YouTube e praticar os temas apresentados na aula. Que sejam 15 minutinhos, enquanto estico o esqueleto.

 

Felicíssima pelas árvores e xícaras de café que ando desenhando. Se continuar assim, viro ilustradora do meu próximo livro.

professora

relogio-cobra
foto da internet

Hoje foi dia de revisão de conhecimentos em WordPress. Depois de anos, chegou a hora de reciclar meu blog. Contatei minha antiga professora Lúcia de Freitas, cracona em WordPress, e colocamos as mãos na plataforma, comprei o domínio Suzete.com, repaginei meu blog.

Nesta minha vinda a SP zanzei por antigos e novos caminhos. Vou me embora com uma única certeza. Meu lugar não é aqui.

Adoro os amigos que fiz, os conhecimentos que adquiri: endereços, ruas, mobilidade, coragem para ir e vir, buscar e encontrar o que quero ou preciso. Passeei, fiz bolhas no pé, andei de ônibus, metrô, táxi, Uber, a pé. Andei por ruas conhecidas e desconhecidas. Me perdi no shopping. Me abasteci na Casa da Arte, no Empório das Velas, na loja de essências. Conheci a loja Arte Brasil, de materiais de cerâmica e me decepcionei. Queria ter revisto mais amigos, circular por mais lugares. Não deu. Cansei. Saturei com o barulho e o agito da metrópole. Fica pra próxima.

Hora de fechar as malas.

Faxina de idéias

Na hora de organizar as pastas do computador e preparar para o ano que pede ação e solução, localizo idéias e possibilidades. Começos que se perderam ou perderam-se do próprio interesse. Tornaram-se abortos literários. Alguns por quererem aprimoramento, outros, desenvolvimento. Todos, esquecidos e desprezados. Mergulhados no limbo que não quer, nem está pronto pra prosperar e acontecer.

A revolta insana – baseada em fatos normais –

Onde estava eu com a cabeça – entre as pernas, entalada no bolso, de férias pelo Alasca? Como fui capaz de acreditar, me entregar… Só posso ter sido abduzida pelo impossível admirável mundo novo mais antigo da humanidade.

Santa e idiota ingenuidade …

A casa como museu da vida da gente …

Acredito que ao abraçar uma árvore estou capturando anos, décadas e até séculos de energia.

Adoro trabalhar com fotos por vários motivos. Além de relembrar momentos maravilhosos, pessoas inesquecíveis, elas funcionam quase como um portal do tempo. De repente me vejo com aquele cabelo pigmaleão ou curtinho ou repicado, preto, acaju, oxigenado, com aquela calça pantalona laranja ou saia indiana ou terno preto bem cortado, com amigos que se foram, sorrisos amarelos de outros dentes, quilos a mais ou a menos … somos nós, num outro tempo e momento. A foto lança o passado no presente e a projeta no futuro.

Ando sumida.

Consumida pelas flores e sabores

O silêncio que fascina

O carinho que abraça. O tempo que passa.

Alienada: Em tempos bicudos, qual o problema em ser uma alienada? Vão dizer que é covardia. Pode até ser. Deve ser. Claro que é. Sei. Não sou tão alienada assim.

Realização materna – casamento da filha/formatura do filho …

Cacarecos de viagem: Não dá pra resistir e não tem como negar: adoro. Normalmente volto com as malas cheias. Alguns muitos fico pra mim, outros dou de presente. Os menos bonitos, os menos úteis … aqueles frutos proibidos da impulsividade de turista.

O que me move: “O primeiro passo para conseguirmos o que queremos na vida é decidirmos o que queremos. (Ben Stein)”. Sem dúvida.

Chove chuva. Uma uva. Uma luva. Guarda chuva. Lua.

Maldito corretor de texto …

O papel aceita tudo.

Cada fase da obra tem a sua beleza.

Construir é um evento muitas vezes, único na vida.

Curta ao máximo todos os momentos e todas as escolhas.

O instante é ínfimo e imenso. Quando somos invadidos …

Minha nova vida – como eu consegui fazer tanta coisa?

Minha mãe está namorando …

Dubai: Estive em Dubai em 2009, conexão aérea entre Sidney e São Paulo. Na época, a cidade já era deslumbrante, apesar dos muitos canteiros de obras e da bruma de areia sujar o ar. Tinha certeza de que em 5 anos deveríamos voltar e ver as obras concluídas e apreciar a ousadia humana de construir uma cidade extraordinária no meio do deserto. Estou atrasada.

O que me emociona na música … desde sempre …

Enfim, o casamento da Fernanda … “.

E assim, resgatei algumas miniaturas e poesias (devidamente postadas nas categorias), descartei definitivamente algumas sandices, e criei este patchpost – um verdadeiro post de retalhos. Quem sabe, mais adiante, eu retorne a ele e desenvolva algumas das possibilidades.