Leiturinhas

A lista do que andei lendo. De todos, “A terra inteira e Céu infinito” foi o mais impactante e recomendo. Os outros, são apenas, os outros.

  1. Ruinas do tempo, de Jess Walter;
  2. Tempo de mudanças, de Lisa Jewell;
  3. O Substituto, de David Nicholls;
  4. A terra inteira e o céu infinito, de Ruth Ozeki;
  5. Lições de Vida das grandes heroínas da Literatura, Erin Blakemore;
  6. Noticias, manual de usuário, Alain de Botton.

Depois de terminar de ler os livros de promoção da cesta de pic-nic literário, a ideia é voltar a ler os clássicos. A dita Literatura de primeira. Nem acredito que vou dizer ou que esteja pensando isso: mas, livro bom é livro bom. Muitos dos livros que ando lendo tem gosto de Big Mac: rápidos, com pouca substancia, fácil digestão e altamente esquecíveis. Ando desejosa por um restaurante francês com todos os pratos saborosos e inesquecíveis a que tenho direito. Do aperitivo folhado agridoce ao queijo com vinho de sobremesa. Um clássico literário `a moda antiga. Na minha cabeceira, o pocket “A Letra Escarlate” de Nathaniel Hawthorne, começa a me seduzir.

Alguns entre os bons

Alguns livros tem a difícil missão de servir de hiato. Raramente – entre um livro bom e outro – encontro outro bom. Chamo estes de livros de respiração. De passagem. São livros para marcar o passo e não perder o pique. Sinceramente, acredito que sejam bons. Apenas os li numa ordem que não os privilegiou. Nesta linha, li:

  1. “A Disciplina do Amor”, de Lygia Fagundes Telles. Textos curtos, fragmentos, contos, frases. Encontrei um posfácio da profe Noemi Jaffe – Alguma coisa não dita. Gostei de ler textos inacabados, podendo ainda ser. O exercício de um escritor.
  2. “Amigas da Yoga”, de Rain Mitchell. Desconfio de erros de tradução. Mesmo assim, o texto ficou superficial. Adoro yoga e esperava algo mais profundo, mais esotérico. Coisa minha.
  3. “O quarto de Jacob” (inacabado) e “Entre os Atos” de Virginia Woolf. Acho que ainda não estou pronta para ler Virgínia. Não consegui me envolver com nenhum dos dois livros. Possivelmente não sejam livros de passagem.
  4. “Incesto”, de Anais Nin. O texto é forte e autobiográfico e retrata um período de vida da escritora. No entanto, o formato em diário, não me agradou. Apesar de intenso, o livro apenas me instigou a comprar outro.