Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor

Todos os dias morrem amores. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morrem amores. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de…