Todas formas de amor

Um dia deprê, uma terça cinzenta e barulhenta convida a um filminho na tevê. Ovos, salsichas e suco light de manga na bandeja, sofá ao meio-dia, controle remoto na mão e eis que me deparo com um filme adorável e deprimente. Toda forma de amor é a matéria prima e o próprio filme. Do amor hétero – aos animais, arte, natureza, vida – ao homossexual. O amor como causa maior e como história de uma vida e de um tempo.

Depois do filme, um giro pela cidade: caminhada no parque com direito a show de águas e agapantos em flor, mercado e farmácia. Quando volto do sul passo por um período de aclimatação à metrópole. O mesmo acontece quando vou de SP ao RS. Algo como jet leg emocional. Depois de uns dias, passa.