Maratona Elena Ferrante

Iniciei 2018 com uma meta audaciosa. Ler. Ler. Ler. Ler muito. O tempo todo. Sempre que possível.

Por incrível que pareça em 2017 escrevi apenas 3 posts sobre os livros que li no decorrer do ano. E foram muito mais que 3. Só de livros de Arteterapia foram 11 citados. Lidos de cabo à rabo uns 6, sem contar as recomendações da supervisão. Hilda Hilst, “Da poesia”, Mia Couto “Cada Homem é uma raça”. Enfim …

Neste primeiro mês do ano, mergulhei na obra de Elena Ferrante.

Além da Série Napolitana (“A amiga Genial”, “História do novo sobrenome”, “História de quem foge e quem fica” e “História da Menina Perdida”), mais de 1600 páginas lidas, o livro infantil “Uma noite na Praia” e o romance “A filha perdida” encerram a primeira maratona literária do ano.

Elena Ferrante é o pseudônimo de uma autora italiana muito festejada por seu estilo literário moderno, sem ser artificial, sem modismos ou receitas. Elena escreve sem medo de ser redundante, minimalista e detalhista. Ela apenas escreve, fazendo você viajar na história e nos pensamentos de seus personagens. A escrita, muitas vezes poética, é de uma força única. A narrativa em primeira pessoa, envolvente. Os personagens, extremamente bem desenvolvidos: Lina, Lenu, Stefano, os Irmãos Solara, Pietro, Nino, Enzo (tetralogia), Mati e Minu (livro infaltil) e Leda (A filha perdida) são absolutamente convincentes e tão humanos que poderiam ser eu, você, nossos filhos, sonhos, pensamentos, nossa própria vida.

IMG-1200Experimente Elena Ferrante. Você vai gostar.

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