Saturnada

Quando alguém tira a gente do sério, fica coisado mesmo.

Gente sem noção, sem vontade. Gente egoísta focada no próprio umbigo.

Surtei. Chorei. Choro até agora.

Quero distância desta incoerência.

Se não queria, era só falar.

E não enrolar, enrolar. Um velho mantra.

Deu. Não quero mais.

Petulância me irrita. O rei na barriga me empanzina.

Saturei. Pra Saturno eu vou.

Deveria ir e já estar lá.

A decepção, mais uma vez, tirou meu chão.

Saturno, me aguarde. Um dia eu vou.

Por enquanto,  às voltas com os Diálogos.

Do Inconsciente.

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